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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Escova de dente






A escova mais antiga de que se tem notícia foi encontrada em uma tumba egípcia de 3000 anos a.C. Era um pequeno ramo com ponta desfiada até chegar às fibras, que eram esfregadas contra os dentes.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Jardins egípcios







As características dos jardins egípcios seguiram os mesmos princípios utilizados na arquitetura deste povo. Eles só surgiram quando as condições de prosperidade no antigo império permitiram às artes (arquitetura e escultura) um notável desenvolvimento.
De um modo geral, o jardim egípcio desenvolvido de acordo com a topografia do Rio Nilo era constituído de grandes planos horizontais, sem acidentes naturais ou artificiais. As características dos monumentos egípcios - com a rigidez retilínea e a geometria - fizeram com que os jardins tivessem uma simetrização rigorosa. Tudo de acordo com os 4 pontos cardeais. As plantas utilizadas eram: palmeiras, sicômoros, figueiras, videiras e plantas aquáticas.
O jardim regular era símbolo da fertilidade, sintetizava as forças da natureza e era a imagem de um sistema racional e arquitetural baseado no monoteísmo. Osíris para os egípcios era o deus da vegetação.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Camafeu






O camafeu surgiu por volta do ano 300 a.C., em Alexandria, sendo utilizado em jóias e adornos para roupas. Os camafeus, produzidos a partir da ágata, do ônix, da sardônica, etc, continham imagens de deuses, deusas, cenas mitológicas e figuras femininas. As jovens mulheres do período Helenístico usavam camafeus com a figura do deus Eros como um convite sedutor ao amor. Originalmente eram obras a partir de faces e rostos femininos, aos quais se esculpiam estilos românticos, com características clássicas.
Camafeu é uma pedra semi preciosa em tom cinza, com duas camadas de cores diferentes, numa das quais apresenta uma figura em relevo, usada como pingente.
A pedra camafeu surgiu na época do Egito Antigo, na cidade de Alexandria, por volta do ano 300 a.C. Os egípcios utilizavam a pedra como jóias e adereços para roupas. O camafeu é produzido a partir de várias outras pedras, como a ágata, ônix, sardônica etc. Os camafeus antigos vinham com imagens lapidadas de deuses, figuras femininas e cenas mitológicas.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Flor de lótus





À noite as pétalas da flor se fecham e a flor mergulha debaixo d’água. Antes de amanhecer, ela levanta-se das profundezas novamente, até ressurgir novamente à superfície, onde abre suas pétalas novamente. Por causa desse ritualismo, os egípcios antigos associavam a flor de lótus com o deus do sol Ra, porque a flor se fecha durante a noite e se abre todas as manhãs com o ressurgimento do sol.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Balança





O ouro  sempre  foi considerado o mais valioso dos metais e por volta do ano 5000 a.C., os egípcios inventaram a balança para o pesarem. As balanças egípcias estão representadas em inúmeros murais e papiros.

No famoso Livro dos Mortos ,  pode-se ver o desenho de um braço suspenso num apoio central com dois pratos nas suas extremidades pendurados por uma corda. A sua aparição nesse livro tem, porém, uma razão histórica.

Pela crença egípcia da época, o espírito de qualquer pessoa que morresse ia para a Sala das Duas Verdades, a versão egípcia do ”julgamento final”. Nessa sala, Anubis, o deus egípcio dos mortos, colocava o coração do morto numa balança usando como contrapeso a pluma da Deusa Maat, que representava a justiça. Depois de Anubis ajustar a balança, verificava-se qual dos dois pesava mais, o coração ou a pluma. Dependendo do resultado da pesagem, então o espírito do morto seguiria para ‘‘Paraíso’’ ou para o ‘‘Inferno”.



 


Uma crença egípcia dizia que o homem nasce com quatro almas
Os antigos egípcios acreditavam que o homem nascia com quatro almas: Ka, Ba, Akh e Sekhem.

 Ka representava a união do corpo com a essência da vida. Permanecia no túmulo, com o cadáver. 
Ba libertava-se do corpo no momento da morte e vagava pelo mundo, sob uma forma qualquer. 
Akh, ou o espírito efetivo, era a que ia para o paraíso. 
Quase nada se sabe sobre Sekhem.

terça-feira, 21 de maio de 2013

O vestuário e a Pirâmide social






As castas mais baixas e os escravos, principalmente as mulheres domésticas, andavam quase ou completamente nus. Já as castas superiores usavam vestimentas variadas feitas de linho e algodão , consideravam as fibras animais impuras e, assim proibidas .  Os cortes eram simples e a cor, natural. Adoravam a transparência que permitia a visão dos belos corpos que possuíam.

A roupa mais comum e usada por eles era o chanti,  um pedaço de tecido amarrado na cintura como uma tanga. Existiam em vários tamanhos e, quanto mais nobre fosse a casta, mais requintado era (com bordados em ouro e pedras preciosas, pregas e gomas).
O haik era uma túnica longa, usada na maioria das vezes pelas mulheres. Já o calasiris era um item  da classe alta, usado tanto por homens quanto por mulheres. Ele se constituía em uma capa retangular que podia virar túnica se costurado do lado, feitas de tecidos leves e transparentes usada por cima do haik ou do chanti. Quando havia drapeados e plissados ressaltava ainda mais os símbolos de riquezas.

Elefantina





Elefantina é uma ilha no rio Nilo, no sul do Egito, situada frente à cidade de Assuão. Encontra-se a cerca de 900 quilómetros a sul do Cairo, a capital egípcia.

O nome Elefantina é de origem grega e significa "cidade dos elefantes". Não se sabe se este nome estaria relacionado com o fato de na ilha se realizarem trocas de marfim (o comércio foi a principal atividade econômica da ilha) ou pelo fato de existirem perto da ilha umas rochas que fazem lembrar elefantes. Os antigos egípcios denominavam a ilha Abu ou Yebu (termos que também significam elefante).


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Hatshepsut





Cosméticos para os olhos eram importados de Punt  para Hatshepsut, juntamente com, incenso-ihmut, incenso-sonter, símios e macacos. A importação de cosméticos representava o segundo maior negócio na balança comercial com o estrangeiro, imediatamente após a importação de madeira. Thutmose III trouxe uma quantidade não determinada destes produtos das suas campanhas em Naharin. O óxido resultante de folhas esmagadas era misturado com água e cloreto de sódio (pedra de sal), seguindo-se um processo repetitivo de filtragem que poderia durar semanas, até estar completo. O clorídio de folhas resultante, era utilizado como ingrediente para a maquilagem dos olhos do qual, mediante a adição de gordura e pós secos, se conseguia uma grande variedade de unguentos.

As senhoras Egípcias ricas, pintavam as unhas e tratavam a pele e cabelos, com creme e óleos. Na sepultura de três damas Egípcias, da corte de Tutmosis III (1450 AC), encontraram-se uma grande variedade de cosméticos, dos quais chamava particularmente a atenção, umas jarras que continham um creme de limpeza, composto por óleo vegetal e cal, ou talvez gesso.


Os unguentos cosméticos eram muito apreciados e universalmente reconhecidos, tendo mesmo sido utilizados como moeda de troca, antes do aparecimento do dinheiro.

Aliança de casamento





A palavra aliança significa simplesmente um acordo entre duas partes, que podem ser indivíduos, grupos ou nações. No caso do casamento, é um acordo selado entre duas pessoas que se amam e utilizam esse par de anéis para simbolizar essa união. Essa tradição é muito antiga e tem origem em várias culturas com o mesmo propósito, a união e o amor entre duas pessoas.


Acredita-se que a aliança de casamento surgiu no Antigo Egito, onde as folhas das plantas formavam círculos e eram utilizadas para representar o amor duradouro e eterno entre um casal. Foi neste período que os novos casais estabeleceram o dedo anelar para abrigar o anel, pois acreditavam na existência da vena amoris (veia do amor), que ligava a mão ao coração. Apesar de ser uma visão extremamente romântica, a medicina não confirma.


     Os egípcios davam tanto valor as suas alianças, invariavelmente, eram sepultados com elas. Afinal, com sua forte crença na vida após a morte, era necessário que os casais se reunissem no além e, as alianças de casamento, era o símbolo máximo dessa união, neste e no outro mundo.

sábado, 18 de maio de 2013

Sarcófago





Sarcófago (em grego, σαρκοφαγος - sarx = carne, phagos = comer) significa literalmente "comedor de carne". É um tipo de túmulo de pedra onde se deposita um cadáver, geralmente mumificado, para sepultamento usado no Antigo Egito.

O morto necessitava do seu corpo conservado para que seu ka (espírito) pudesse regressar e juntar-se a ele novamente, quando fosse retornar a vida. Sendo que o ka exigia um suporte físico para continuar existindo, o sarcófago tinha a função de ajudar a preservar, proteger e fazer com que o corpo a permaneça em um estado de “vida”, e mesmo que o corpo se deteriorasse, o sarcófago teria de substituí-lo.

Batom





O batom  surgiu no Egito, com Cleópatra. A rainha egípcia, Nefertite, também era adepta de pintar os lábios. Prova disso, é o busto exposto no Museu de Berlim, que mostra Nefertite usando batom.

No Egito Faraônico, as mulheres usavam “púrpura de Tyr” para pintar os lábios.


Tiaras





Foram os egípcios que nos legaram os mais antigos exemplares de tiaras já encontrados. Enquanto as coroas usadas pelos faraós e sacerdotes eram ostentosas e magníficas, as tiaras usadas pelas princesas no antigo Egito eram delicadas, confeccionadas a partir de fios de ouro ou prata e a inspiração para o design vinha das formas natureza.

Olho de Hórus





 Olho de Hórus é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Trata-se de um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.

Segundo a lenda de Osíris, na sua vingança, Set arrancou o olho esquerdo de Hórus que foi substituído por este amuleto, que não o dava visão total então colocou também uma serpente sobre sua cabeça. Depois da sua recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Set.


O Olho de Hórus e a serpente simbolizavam poder real tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma.

Este símbolo também, frequentemente é usado e relacionado a Maçonaria.

O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Aborda o universo de um modo masculino.


O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Aborda o universo de um modo feminino.

Hoje em dia, o Olho de Hórus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde.

O enigma da esfinge - Decifra -me ou devoro-te!





 "Decifra-me ou devoro-te" ( "قم بايجاد حلّ لي و إلا سألتهمك" )

Para evitar que saqueadores entrassem na Esfinge , os egípcios criaram um mito que dizia que se alguém quisesse entrar, deveria decifrar um enigma, se a pessoa não conseguisse era devorado pela enfinge. Por isso a esfinge dizia essa frase para alertar os saqueadores.






sexta-feira, 17 de maio de 2013





As palavras cruzadas foram criadas no Egito há 2000 anos.
Foram encontradas num fragmento de papiro, remanescente do período Greco-Romano com pistas e enigmas baseadas nos mesmos princípios da moderna palavra cruzada.

Vaso canopo


 


Vaso canopo era um recipiente utilizado no Antigo Egito para colocar órgãos retirados do morto durante o processo de mumificação. A forma destes recipientes variou ao longo da história do Antigo Egito, bem como os materiais em que estes eram feitos, que incluíam a madeira, a pedra, o barro e o alabastro.
Os Egípcios acreditam que a preservação desses órgãos era fundamental para assegurar uma vida no Além.

Na versão "clássica" dos vasos canopos (versão em que cada tampa apresenta as cabeças esculpidas dos animais e a cabeça esculpida de um homem) cada um dos vasos era identificado com uma divindade, conhecidas como Filhos de Hórus:
  Kebehsenuef, Duamutef, Hapi e Imseti .

O Pão no Egito Antigo






No Egito, o pão era o alimento básico. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. Durante séculos, os celeiros eram de propriedade dos governantes, que mantinham domínio dos cereais e do pão. Os faraós tinham sua própria padaria, a padaria real (que era, inclusive, enterrada com eles). Os celeiros também pertenciam aos faraós. Os egípcios se dedicavam tanto ao pão que eram conhecidos como "comedores de pão" e eram, com certeza, os melhores padeiros do mundo antigo. Os egípcios dedicavam muito tempo e muito espaço para o preparo do pão. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas, datando, ao que consta, do VII milênio a.C. a utilização de fornos de barro para cozimento de pães. Foram os egípcios os primeiros que usaram os fornos, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.

Os fornos, naquela época, às vezes ocupavam uma área do tamanho de um campo de futebol.




quinta-feira, 16 de maio de 2013

O ciúme





O ciúme, naquela época como hoje, muitas vezes interferia na relação amorosa. Em tal caso um jovem ou uma jovem apaixonados e enciumados podiam apelar para a magia. Entre os antigos egípcios um dos fetiches eróticos era a cabeleira. 
Assim, o homem ou a mulher enciumados apelavam para uma receita mágica infalível para fazer cair os cabelos dos rivais:

Colocar uma folha de lótus queimada no óleo e esfregar a cabeça daquele (ou daquela) que se detesta.
Embora isso fosse algo como amarrar o guizo no gato, aquele que tivesse caído na esparrela podia safar-se besuntando o crânio com um unguento à base de escamas de tartaruga e de gordura de pata de hipopótamo.

Receitas





 Diversas  receitas médicas ou mágicas existiam para fazer com que o leite materno não secasse nem provocasse cólicas no bebê, para acalmar o choro do recém-nascido, ou para protegê-lo de todo e qualquer mal. Um dos papiros dizia, referindo-se ao lactente:

    Que cada deus proteja teu nome,
    Cada lugar onde te encontrares,
    Cada leite que beberes,
    Cada seio em que te prenderes,
    Cada joelho sobre o qual sentares,
    Cada veste que te puserem,
    Cada lugar onde passares o dia,
    Cada proteção sobre ti pronunciada,
    Cada objeto sobre o qual deitares,
    Cada laço que te fizerem,
    Cada amuleto posto em teu pescoço.



 Mais adiante o encantamento se dirige contra qualquer espírito malfazejo:

    Vieste para abraçar esta criança?
    Não permito que a abraces!
    Vieste para acalmar esta criança?
    Não permito que a acalmes!

    Vieste para lhe fazer mal?
    Não permito que lhe faças mal!
    Vieste para levá-la?
    Não permito que a leves!