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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Aliança de casamento





A palavra aliança significa simplesmente um acordo entre duas partes, que podem ser indivíduos, grupos ou nações. No caso do casamento, é um acordo selado entre duas pessoas que se amam e utilizam esse par de anéis para simbolizar essa união. Essa tradição é muito antiga e tem origem em várias culturas com o mesmo propósito, a união e o amor entre duas pessoas.


Acredita-se que a aliança de casamento surgiu no Antigo Egito, onde as folhas das plantas formavam círculos e eram utilizadas para representar o amor duradouro e eterno entre um casal. Foi neste período que os novos casais estabeleceram o dedo anelar para abrigar o anel, pois acreditavam na existência da vena amoris (veia do amor), que ligava a mão ao coração. Apesar de ser uma visão extremamente romântica, a medicina não confirma.


     Os egípcios davam tanto valor as suas alianças, invariavelmente, eram sepultados com elas. Afinal, com sua forte crença na vida após a morte, era necessário que os casais se reunissem no além e, as alianças de casamento, era o símbolo máximo dessa união, neste e no outro mundo.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Casamento





Ao que tudo indica, as mulheres podiam se casar a partir da idade de 12 ou 14 anos e os rapazes por volta dos 16 ou 17, mas isso dependia muito da situação financeira do casal. Os rapazes eram incentivados a cassarem-se cedo, para terem filhos. 

Um sábio diz em um dos textos sobre o assunto:

    "Estabelece um lar e ama tua mulher em tua casa assim que possas. Toma uma mulher enquanto ainda és jovem, a fim de que ela possa te dar filhos, pois um homem é considerado na medida do número de seus filhos."



Além do consentimento que davam ao matrimônio, os pais pareciam pouco interferir na escolha dos filhos, com a qual geralmente concordavam e aprovavam. É certo que havia casos em que os pais ou superiores decidiam casamentos, mas em geral os jovens eram livres para seguir o que seus corações mandassem. Sentyotes, por exemplo, uma grande princesa, casou-se com o anão Seneb e conseguiu dar-lhe um filho e uma filha normais. Dos conselhos não escapavam, porém, os rapazes nas vésperas do enlace. Os pais, baseados em antigas máximas que haviam sido escritas no decorrer da V dinastia, repetiam:

   " Se és sábio, guarda tua casa, ama tua mulher com ardor, alimenta-a como convém, veste-a bem. Afaga-a e satisfaze seus desejos. Não sejas bruto; obterás mais dela com atenções que com violência. Se a repeles, teu lar irá por água abaixo. Abre-lhe os braços, chama-a; dá-lhe provas de teu amor."

domingo, 11 de outubro de 2009

Aliança de casamento




Por volta de 2800 a.C., os egípcios usavam um anel para simbolizar o casamento. Para eles, um círculo, não tendo começo nem fim, simbolizava a eternidade para a qual o casamento era destinado.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O casamento















O casamento entre os egípcios não dependia da lei, bastava a concordância do casal envolvido. Na realidade eram firmados contratos entre as partes para garantir sobretudo a situação da mulher nos casos de divórcio, mas não havia leis que impussessem o estabelecimento do contrato em si mesmo.

–Eu te faço minha mulher., dizia o noivo.
A noiva respondia: –Fizeste-me tua mulher.

Com essa forma consagrada pelo uso ficava selada a união. Apesar de toda a religiosidade do povo egípcio, nada existia de parecido a uma benção nupcial no templo. Com o necessário consentimento do pai da noiva, o que selava a união era a coabitação: a moça saía da casa dos pais e ia viver na do marido.

sábado, 5 de setembro de 2009

O amor no antigo Egito...


























No antigo Egito, oferendas especiais eram feitas às divindades especialmente a Hathor e Isis, no intuito de conquistar o amor de alguém.

O casamento entre irmãos existia apenas na família real para manter o reinado. Para o povo eram feitos a partir da escolha livre das pessoas e não eram impostos pela família, mas tinha de ser permitido pelos pais dos noivos, que faziam um acordo. Cortejar alguém fazia parte da formalidade.

Bastet partilhava com Hathor serem as deusas da música, alegria e dança e elas presidiam banquetes onde canções de amor eram cantadas e os amantes comiam e bebiam juntos.


O noivo dizia: “Eu te faço minha mulher”.
A noiva respondia: “Fizeste-me tua mulher”.
Com essa forma consagrada ficava selada a união.