Mostrando postagens com marcador Perfumes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Perfumes. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de novembro de 2012

Perfume




Os sacerdotes egípcios faziam um grande uso de perfumes para homenagear as divindades. Para eles a vida terrena era apenas uma pequena parte de toda a existência e servia para preparar a viagem ao além, até o encontro com os deuses. Por isso, os corpos dos defuntos deviam ser conservados o mais íntegros e fragrantes de aromas possível.


A mumificação consistia na retirada do cérebro e das vísceras dos mortos, para serem substituídas por estopas impregnadas de perfume e depois untadas com açafrão – uma substância a base de carbonato de sódio – e finalmente envolto em tiras impregnadas de uma resina com propriedades antiparasitárias.
Em Tebas, havia um local inteiro reservado á mumificação, chamado Memnônia. De lá, um cortejo de sacerdotes transportava o sarcófago com o corpo embalsamado até a tumba, que ficava localizada na outra margem do rio Nilo.


Durante o trajeto, eles queimavam resinas perfumadas que simbolizavam o sopro da vida imortal. Quando chegavam no túmulo, a múmia era recoberta com ungüentos aromáticos, sua cabeça era coberta com flores e folhas e ao seu lado depositavam-se objetos cotidianos como pertences e presentes que lhe podiam ser úteis no além-túmulo. Entre os presentes havia caixas e vasos com ungüentos sagrados, cosméticos e perfumes.

Kyphi




O mais velho de todos os perfumes do Antigo Egito é o "Kyphi”. Kyphi foi o mais sagrado de todos os perfumes usados nos atos religiosos e todas as noites era oferecido pelos sacerdotes em seus templos. Era um incenso feito de mel, vinho, mirra, passas, zimbros, folhas de figueira, trevo, cardamomo, azedinha, cálamo galange, breu e Aspalathus.



sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O perfume e os egípcios





















As famílias egípcias utilizavam os perfumes, principalmente nas lavagens dos corpos; prática mais comum entre os homens; que realizavam seus banhos em uma sala de banho situada na parte superior da casa, descrita como “a sala mais fresca de todas”. Os homens sentavam-se em bancos e encostavam-se na parede enquanto alguns escravos jogavam água perfumada por cima e outros queimavam aromas perfumados em incensários.

As mulheres utilizavam os perfumes em outra sala da casa, que se chamava “de unção”; a dona da casa deitava-se no chão sobre esteiras e as donzelas friccionavam os cabelos dela com uma pomada aromática chamada abra; outras untavam o corpo com óleo para clarear e suavizar a pele.














Fonte da Pesquisa: “O Fascinante Mundo dos Perfumes” – Editora PLANETA e “Brasilessencia” de Renata Ashcar.

terça-feira, 15 de setembro de 2009



















Os sacerdotes egípcios faziam um grande uso de perfumes para homenagear as divindades. Para eles a vida terrena era apenas uma pequena parte de toda a existência e servia para preparar a viagem ao além, até o encontro com os deuses. Por isso, os corpos dos defuntos deviam ser conservados o mais íntegros e fragrantes de aromas possível.

A mumificação consistia na retirada do cérebro e das vísceras dos mortos, para serem substituídas por estopas impregnadas de perfume e depois untadas com açafrão – uma substância a base de carbonato de sódio – e finalmente envolto em tiras impregnadas de uma resina com propriedades antiparasitárias.

Em Tebas, havia um local inteiro reservado á mumificação, chamado Memnônia. De lá, um cortejo de sacerdotes transportava o sarcófago com o corpo embalsamado até a tumba, que ficava localizada na outra margem do rio Nilo.

Durante o trajeto, eles queimavam resinas perfumadas que simbolizavam o sopro da vida imortal. Quando chegavam no túmulo, a múmia era recoberta com ungüentos aromáticos, sua cabeça era coberta com flores e folhas e ao seu lado depositavam-se objetos cotidianos como pertences e presentes que lhe podiam ser úteis no além-túmulo. Entre os presentes havia caixas e vasos com ungüentos sagrados, cosméticos e perfumes.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Cleópatra e o perfume





















Cleópatra (69 – 30 a.C) era conhecida por seus banhos perfumados e seus cuidados com a pele e beleza, sempre explorando matérias-primas curativas, composições como o kyph e óleos aromáticos como o de rosas.

Reza a lenda que suas conquistas amorosas resultavam não somente de sua beleza, mas também do envolvimento de seus amantes em seus aromas sedutores.

Segundo alguns, a rainha do Egito ordenava que colocassem essência de rosas nas velas de seu barco para que sua presença, ao navegar pelo rio Nilo, fosse notada.

Durante o período do Império Romano, Júlio César (100-44 a.C) e Marco Antônio (83-30 a.C) apaixonaram-se por Cleópatra (69-30 a.C), considerada uma expert na arte de se perfumar e seduzir.

Trinta anos após a morte da rainha do Egito, Jesus Cristo recebeu incenso e mirra, além de ouro, como presentes ao nascer.

Quase vinte anos após sua morte, romanos aperfeiçoaram a arte de fabricação do vidro e fizeram grandes importações de incenso e mirra do Oriente.





Perfume

,

















A arte da elaboração do perfume nasceu no Egito, e transpuseram os limites dos tempos e das pirâmides, e se transformaram em um acessório apreciado pelos ricos mortais, ao invés de ser privilégio unicamente dos deuses e dos mortos; assim, os sacerdotes aos poucos transformaram seus templos em autênticos laboratórios de " Perfumes Artesanais ". Por volta de 2000 a.C., os primeiros clientes foram os faraós e os membros importantes da corte; logo, o uso do perfume se difundiu; trazendo um agradável toque de frescor ao clima quente e árido do Egito.
A necessidade de contar com essências refrescantes tornou-se tão fundamental que a primeira greve da história da humanidade foi protagonizada em 1330 a.C. pelos soldados do faraó Seti I, que pararam de fornecer unguentos aromáticos. Pouco depois (1300 a.C.), coube ao faraó Ramsés II enfrentar uma revolta de peões em Tebas, que estavam indignados com a escassez de rações de comida e de unguentos.
Os egípcios cuidavam muito de sua higiene pessoal, tinham hábito de lavar-se ao acordar, e também antes e depois das principais refeições; além de água, usavam uma pasta de argila e cinzas, a suabu, que era uma espécie precursora do atual sabonete; a seguir, friccionavam o corpo com incenso perfumado.
A necessidade de contar com essências refrescantes tornou-se tão fundamental que a primeira greve da história da humanidade foi protagonizada em 1330 a.C. pelos soldados do faraó Seti I, que pararam de fornecer unguentos aromáticos. Pouco depois (1300 a.C.), coube ao faraó Ramsés II enfrentar uma revolta de peões em Tebas, que estavam indignados com a escassez de rações de comida e de unguentos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A história do perfume























Egito: a origem


A busca pelo divino marca a história do Homem. Os mais antigos cheiros conhecidos são os da fumaça que exalava da queima de madeiras, especiarias, ervas e incensos. Essa prática explica a origem latina da palavra perfume: per (através) e fumum (fumaça), através da fumaça. A origem do perfume se deu a partir de 3.000 a.C., no esplendor da civilização egípcia. Os egípcios eram politeístas, ou seja, adoravam vários deuses, e os homenageavam em ricos rituais. Acreditavam que seus pedidos e orações chegariam mais rápido aos deuses se viajassem nas nuvens de fumaça aromática que subiam aos céus. Acreditavam na reencarnação, e reservavam as fragrâncias também aos mortos. Grande quantidade de aromas acompanhava a passagem desta para outra vida, ao encontro com os deuses, e o corpo do morto devia ser conservado tão inalterado – e perfumado – quanto possível. Mirra, musgo de carvalho, resina de pinho, entre outros ingredientes com propriedades anti-microbianas, eram utilizados no ritual de mumificação, cujos incríveis resultados são admirados até hoje.