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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cleópatra e a cosmetologia






Cleópatra VII, é talvez a mais afamada mestra desta arte, tendo-lhe sido imputada a criação de um livro onde revelava os seus segredos de beleza. Os Egípcios usavam cosméticos independentemente do seu sexo e “status” social, tanto por razões terapêuticas como estéticas. Utilizavam muito frequentemente maquilhagem branca, preta (feita à base de óxido de carbono ou magnésio) e, maquilagem verde (derivada da “malaquite” e outros materiais compostos por cobre).

 O vermelho ocre obtinha-se misturando terra com água e aplicava-se nos lábios e nas maçãs do rosto. A “henna” usava-se para cobrir as unhas de amarelo ou laranja. Foram encontrados tubos, com o nome de Nefertiti e da sua filha, nos quais guardavam khol, uma tinta para os olhos, que se obtinha misturando e reduzindo a pó, antimónio, óxido de cobre, amêndoas queimadas, “malaquite” verde, “cerussite” (um carbonato branco de chumbo) e, algumas vezes, pequenas porções de compostos de chumbo, “laurionite” e “fosgenite”, que posteriormente era misturado com óleo ou gordura. Este produto era armazenado em jarros e aplicado nos olhos, recorrendo ao uso de um pequeno pau. 

Entre os achados arqueológicos mais antigos, contam-se inúmeros destes jarros, alguns deles ainda por utilizar, como o encontrado no túmulo de Tut-anj-Amon, em forma de leoa, o qual continha unguentos e perfumes onde se puderam identificar 7 tipos diferentes de óleos vegetais e um óleo de origem animal. Estes recipientes eram inicialmente construídos de granito e basalto e posteriormente de alabastro. Pintavam-se as pálpebras superiores e inferiores, acrescentando-se uma linha desde o canto do olho, até aos temporais. Acreditava-se que a maquilhagem tinha propriedades mágicas e até curativas.
 
Os Egípcios acreditavam que ao se apresentarem perante os deuses, no dia do julgamento da morte, tinham que observar certas regras de vestimenta.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Cura para a calvície





Uma curiosa cura para a calvívie seria atribuída a Cleópatra ; dizia-se que ela aconselhava o uso de partes iguais de camundongo queimado, trapo queimado, dentes de cavalo queimados , banha de urso , tutano de veado e casca de junco. Misturada com mel , a pasta devia ser aplicada ao couro cabeludo , "massageando até brotar".

Excentricidades de Cleópatra





- Ocupava vinte damas de companhia na preparação de seus banhos.

- Ficava até seis horas mergulhada na água extraída de plantas aromáticas.

- Cleópatra testava e eficiência de seus venenos dando-os aos escravos.

Pérolas





Houve um tempo em que as pérolas eram tão valiosas que somente pessoas muito ricas tinham o privilégio de possuí-las. O espetacular banquete de sedução, oferecido por Cleópatra a Marco Antônio, prova o poder da gema na Antiguidade. A rainha do Egito apostou com o militar romano que iria oferecer o jantar mais caro da história. Assim, Cleópatra apareceu com um prato vazio e um jarro de vinho. Tirou uma pérola de um de seus brincos, esmagou e dissolveu a gema no líquido, e tomou. Perplexo, Marco Antônio admitiu a vitória de Cleópatra. Nenhum outro jantar havia sido mais luxuoso do que aquele! 





domingo, 12 de maio de 2013





Segundo Plutarco, Cleópatra dominava o arameo, o hebreu, o árabe, o etíope, o latim, etc., num total de 6 línguas. Sua primorosa educação, lhe proporcionaria a bagagem intelectual para que tempos depois, pudesse manipular personagens importantes da sua época com o único objetivo de manter o Egito como um estado independente.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Hematita


































Cleópatra possuía um capacete cerimonial totalmente coberto de Hematitas e o usava com frequência na convicção de que ajudaria a manter-se eternamente jovem.
Os antigos Egípcios usavam a hematita como dádiva em enterros, para ser colocada debaixo do travesseiro do falecido para lhe propiciar o caminho para a eternidade.
As múmias do Egito costumavam ser providas com travesseiros de Hematita.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O banho de Cleópatra























A história do banho com leite começa com Cleópatra, que era famosa na antiguidade por sua beleza radiante. Dizem que a beleza da rainha era por ela banhar-se em leite com mel, lavanda, ou pétalas de rosa. Algumas fontes sugerem que morangos e amoras eram também usados em seu banho.
Dizem que o barco de Cleópatra era perfumado com pétalas de rosas e que Marco Antonio sentiu o cheiro do perfume das flores antes mesmo de ver a embarcação. A ciência reforçou a lenda da beleza de Cleópatra, mostrando que banhar-se no leite relaxa o corpo e amacia a pele.


Dizem que o banho de Cleópatra durava 6 horas.


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Cleópatra, a rainha do Egito


























A rainha egípcia Cleópatra ficou conhecida pelas inúmeras conquistas amorosas. Mas não era apenas pela beleza que ela seduzia seus amantes. Cleópatra possui seu próprio ateliê de perfume. Dizia-se que ela esfregava perfume sólido na boca antes de beijar um amante, para que o cheiro o obrigasse a pensar nela depois do encontro.

Qual o aspecto físico de Cleópatra?





















As únicas indicações são algumas moedas cunhadas com o seu perfil e um busto desenterrado de ruínas romanas cerca de 1800 anos depois da sua morte. Mostram um nariz aquilino, boca bem traçada, com lábios finamente cinzelados, segundo Plutarco, cujo avô ouviu falar em Cleópatra por um médico conhecido de uma das cozinheiras da rainha, a sua beleza "não era propriamente tão extraordinária que ninguém pudesse comparar-se a ela".

Falava seis idiomas, conhecia bem a história, a literatura e a filosofia grega, era uma negociadora astuta e, ao que parece, uma estrategista militar de primeira ordem. Tinha também uma grande habilidade para cercar-se de uma atmosfera teatral. Quando intimada por César a deixar suas tropas e a comparecer ao palácio que ele conquistara em Alexandria, Cleópatra introduziu-se na cidade ao escurecer, fez-se amarrar num rolo de roupas de cama, e assim escondida foi carregada nas costas de um servo através dos portões e até aos aposentos de César.















Cleópatra não foi levada às pirâmides porque ela viveu muito depois do período em que os monumentos foram erguidos. As pirâmides foram construídas entre 2.650 a.C. e 1.700 a.C. enquanto Cleópatra viveu no século I a.C. Conforme seu pedido, a rainha do Egito, que se suicidou depois da nação ter sido tomada pelos romanos, foi enterrada ao lado de Marco Antônio, no Mausoléu Real em Sema, em Alexandria.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Cleópatra e o perfume





















Cleópatra (69 – 30 a.C) era conhecida por seus banhos perfumados e seus cuidados com a pele e beleza, sempre explorando matérias-primas curativas, composições como o kyph e óleos aromáticos como o de rosas.

Reza a lenda que suas conquistas amorosas resultavam não somente de sua beleza, mas também do envolvimento de seus amantes em seus aromas sedutores.

Segundo alguns, a rainha do Egito ordenava que colocassem essência de rosas nas velas de seu barco para que sua presença, ao navegar pelo rio Nilo, fosse notada.

Durante o período do Império Romano, Júlio César (100-44 a.C) e Marco Antônio (83-30 a.C) apaixonaram-se por Cleópatra (69-30 a.C), considerada uma expert na arte de se perfumar e seduzir.

Trinta anos após a morte da rainha do Egito, Jesus Cristo recebeu incenso e mirra, além de ouro, como presentes ao nascer.

Quase vinte anos após sua morte, romanos aperfeiçoaram a arte de fabricação do vidro e fizeram grandes importações de incenso e mirra do Oriente.





domingo, 6 de setembro de 2009

Cleópatra
















Segundo conta a lenda, para conquistar César, ela enrolou-se em um tapete, que fez chegar até ele como presente. Quando ela saiu lá de dentro, o romano ficou maravilhado diante de tanta beleza e graça.

Cleópatra era uma mulher extraordinária e pouco comum. Era possuidora de uma beleza deslumbrante, acompanhada de um encanto pessoal e muita sensualidade. Enquanto alguns lhe atribuem inteligência, cultura e poder, também é descrita como uma mulher astuta, ambiciosa, manipuladora e algumas vezes, perversa. Em outras ocasiões apresentava-se como uma mulher fatal, amiga das orgias e liberta para o prazer. Com tantos atributos, Cleópatra era considerada a rainha exótica por excelência, em função de sua origem oriental.

O perfume de Cleópatra

























Cleópatra, última rainha do Egito, representa o símbolo da sedução com seus rituais perfumados. Além de conquistar o coração do general romano Marco António, conseguiu dele a promessa de uma aliança com Roma. Ao que parece, ela era muito mais atraente do que propriamente bonita, e sabia, acima de tudo, como perfumar-se. Untava-se com essências aromáticas dos pés à cabeça, criava em torno de si uma aura perfumada e recebia Marco António numa cama repleta de pétalas de rosas.
Seus requintes eram incríveis: ela impregnava de odor de rosas até as velas de seu barco, e viajou ao encontro do amante inteiramente untada de óleos perfumados, como uma deusa em forma humana, deslizando sobre as águas. Em sua célebre visita a Roma, a rainha do Egipto deixou um rastro de rosas por onde passou, e na sua última noite no mundo dos mortais, antes de envenenar-se, banhou-se e perfumou-se da cabeça aos pés com as mais finas fragrâncias. Quando os soldados romanos a encontraram morta em seus aposentos, ainda puderam sentir seu perfume inebriante, feito sob encomenda para seu status real.

Cleópatra




















Cleópatra foi a última Rainha da Dinastia ptolomaica que dominou o Egito após a Grécia ter invadido aquele país. Filha de Ptolomeu XII com sua irmã, ela subiu ao trono egípcio aos 17 anos de idade, após a morte do pai. Contudo, ela teve que dividir o trono com seu irmão, Ptolomeu XIII (com quem casou), e depois, com Ptolomeu XIV.
Cleópatra foi uma das mulheres mais conhecidas da história da humanidade e um dos governantes mais famosos do Antigo Egito, sendo conhecida apenas por Cleópatra, ainda que tivessem existido outras Cleópatras a precedê-la, e que permanecem desconhecidas do grande público.

Nunca foi a detentora única do poder no seu país - de fato co-governou sempre com um homem ao seu lado: primeiramente o seu pai, o seu irmão (com quem casaria mais tarde) e, depois, com o seu filho.

Em todos estes casos, os seus companheiros eram apenas reis titularmente, e, dela era a autoridade de fato.