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Existem várias lendas para a origem da dança da espada. Uma delas diz que é uma dança em homenagem à Deusa Neit, uma deusa guerreira egípcia. Ela simbolizava a destruição dos inimigos e a abertura de caminhos. Outra lenda diz que esta dança surgiu nas tabernas onde os soldados iam descansar após um dia de luta. Então as mulheres da casa pegavam nas suas espadas e dançavam para sua diversão. Uma outra lenda diz que na antiguidade as mulheres roubavam as espadas dos guardiães do rei para dançar.
O flamingo é uma Ave belíssima, com uma graça e cores únicas ,pernalta e corpulenta de bico poderoso e beleza inconfundível , suas penas chamam bastante atenção em função de sua coloração. Suas plumas são em tons rosados e vermelhos em função de sua alimentação.
Essa ave costuma se alimentar de pequenos crustáceos, plâncton, insetos e moluscos. A sua cor é explicada por essa alimentação que é rica em carotenóides, substância que proporciona essa coloração.
Desde os tempos mais remotos o flamingo tem sido admirado por sua bela e delicada silhueta. Gravuras de flamingos, com seu característico pescoço alongado, foram entalhadas em rocha e podem ser vistas em hieróglifos egípcios. A exótica ave era tão admirada que os egípcios a reverenciavam como a encarnação do deus Rá. Desenhos primitivos nas cavernas também retratam o flamingo com seu pescoço delgado e arqueado, e pernas finíssimas e elegantes.
A andorinha canta: «Aurora,
Para onde se foi a aurora?»
Assim se vai também a minha noite feliz
O meu amor na cama ao meu lado.
Imagine-se a minha alegria ouvindo o seu murmúrio:
«Jamais te deixarei», disse-me.
«Com a tua mão na minha passearemos
Por todos os mais belos caminhos».
·Demais a mais ele quer que o mundo saiba
Que de entre todas as mulheres sou a primeira
E que o meu coração nunca mais há-de ficar triste.
Poemas de Amor do Antigo Egito
Estes pequenos, mas importantes, acessórios utilizados na dança do
ventre, tem recebido muitos nomes a medida que ficam mais populares. No
Oriente Médio são chamados de sagats (nome em árabe) y zill (em turco).
No Chile recebem o nome de crótolos, na Argentina são chinchines, e em
inglês são finger cymbals.
Os snujs eram também um
instrumento muito usado pelas Gawazees – mulheres de povos nômades
provenientes da Índia, que se instalaram no Cairo - nas praças públicas
para entreter o público. Também encontramos snujs dentre a maioria de
peças folclóricas libanesas e egípcias.
I
Vem depressa para junto do teu amor,
Como o mensageiro real obedecendo à
Impaciência do seu amo - quer dizer, se
se acreditar, num mensageiro real.
Vem depressa,
Tens toda a coudelaria à disposição,
A carruagem pronta.
Nem o mais impetuoso dos cavalos
- Quando a encontrares -
Se aproximará da velocidade do teu coração.
II
Traz o teu ímpeto
À casa da tua amada,
Tu que és o orgulho da coudelaria do rei,
Escolhido de entre uma centena de puros-sangues,
Treinado com ração especial,
Que partes em galope sem igual
à mera menção da palavra estribo,
Sem mesmo o treinador
(Que é hitita)
Poder segurar-te.
Como ele conhece bem o coração dela
A que há-de ficar sempre ao seu lado.
III
Vem como a gazela do deserto
Obrigada a ziguezaguear em nervosa pressa
Atravessando os trilhos e voltando
Com medo do ganido dos cães e do caçador;
E que finalmente se decide por uma veloz linha recta
Com um olho no lugar deixado.
Estás a salvo dentro da casa da amada
Beijando-lhe as mãos, fazendo-lhe
A sincera proclamação do teu amor,
Fazes tudo isto
Tudo isto no interior da grande e pré-concebida organização
Da deusa do oiro