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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Amenemhat I




 
Amenemhat I ou Amenemés I foi o primeiro rei da XII dinastia egípcia, uma das mais importantes do Império Médio. 
Reinou entre 1976-1947 a.C. ou entre 1991-1962 a.C.. O nome Amenemhat significa "Amon está no comando".

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Hatshepsut





Hatshepsut foi a primeira faraó (mulher) da história, conseguiu esse título após vencer muitos obstáculos. Após a morte de seu pai, o faraó Tutmés I, Hatshepsut casou-se com seu meio-irmão, Tutmés II, com apenas 17 anos de idade. Depois de quatro anos seu marido e irmão faleceu, deixando como herdeiro do trono um filho que teve com uma concubina. Mas como o menino era muito jovem, Hatshepsut assumiu o poder. Governou o Egito sozinha por 22 anos, na época o Estado era um dos mais ricos. Para permanecer no poder fez o uso da descendência de Tutmés I, a princípio não enfrentou objeções, já que Tutmés III (filho de Tutmés II) era muito jovem e não podia reinar.

Logo nos primeiros anos como regente, ela afastou seus oponentes da cena política e nomeou pessoas de confiança para os principais cargos. E quando se sentiu suficientemente forte, proclamou a si mesma faraó, tornando-se a terceira rainha-faraó de que se tem notícia na história do Egito. Assumiu, então, todos os atributos masculinos do seu cargo, menos o título de todo-poderoso.

A idéia mais genial de Hatshepsut, no entanto, foi a de se proclamar primogênita do próprio deus Amon, além de sua substituta na Terra. Para validar essa filiação e garantir seu status, ela certamente teve de pagar um altíssimo preço aos sacerdotes, que, por sua vez, lhe asseguraram um reinado sem dissidentes.


 Hatshepsut morreu em seu palácio, na cidade Tebas, abandonada por todos, depois de um reinado de 22 anos. Sua tumba encontra-se no Vale dos Reis.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Ramsés II: O grande faraó



































O reinado de Ramsés II é, de certa forma, como as pirâmides – um símbolo da opulência egípcia. Chamado de Ramsés, o Grande, tudo na vida deste faraó é vultoso. Viveu 90 anos, dos quais 67 à frente do governo. No começo de seu reinado, partiu para Qadesh, cidade que demarcava o limite entre os impérios egípcio e hitita, enfrentou sozinho 2 500 bigas inimigas e saiu vivo – “com a ajuda de Amon-Rá”. Ramsés ainda fundou uma nova capital no norte do Egito, Pi-Ramsés, cobriu o seu país e a Núbia (atual Sudão) de monumentos aos deuses e estabeleceu uma paz no reino de cerca de 50 anos. O mais bem-sucedido faraó entre os deuses vivos teve tempo de ter oito rainhas – das quais Nefertari era a preferida –, mais de uma centena de esposas secundárias e concubinas e quase 200 filhos. Se não bastasse, a biografia de Ramsés II tem espaço também para controvérsias: é considerado por alguns pesquisadores como o faraó do Êxodo, a libertação dos hebreus relatada na Bíblia.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O faraó, um rei-Deus

























"Volta a tua face para mim, ó Sol nascente que iluminas o mundo com a tua beleza, disco resplandescente entre os homens, que afastas do Egipto as trevas [...]. Quando repousas no teu palácio, ouves o que se diz em toda a parte, pois tens milhões de ouvidos.
Os teus olhos brilham mais do que as estrelas do céu[...]. Se se fala, mesmo que seja com a boca encostada à parede de uma casa, as palavras chegam aos teus ouvidos. Se se faz qualquer coisa em segredo, os teus olhos veêm tudo, ó rei, senhor generoso, que a todos dás o sopro da vida."

Papiro Anastasi V

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Faraó Sebek-Hotep

















Conduzindo a biga imperial de guerra numa de suas famosas batalhas – descendente de amenemhat IV – reinou com astúcia, sabedoria e justiça na 13ª dinastia -médio império, pouco antes da invasão dos hicsos.

domingo, 6 de setembro de 2009

Amenhotep III (c.1391-1354 AC)

























Amenhotep manteve seu vasto império com uma mistura de diplomacia, casamentos reais e perspicácia. Ele se responsabilizou por um programa de construção, incluindo portos, canais e seu grande templo funerário em Tebas – o maior do Egito. Ele foi o primeiro faraó a enviar boletins reais, esculpidos em pedras. Ele era um amante das artes e antigüidades. Ele também era um político habilidoso; enquanto continuava a adornar o templo do estado de Amon e Karnak, ele silenciosamente rebateu o crescimento da força do clero de Amón, promovendo uma nova religião: a adoração do antigo deus do sol Rá.


Dado curioso:
Amenhotep III tornou-se faraó com apenas 12 anos de idade.

Tutankamon (1336-1327 AC)























Tutankamon, o ultimo rei da 18a dinastia, governou menos do que dez anos e morreu traumaticamente ainda adolescente, ainda assim ele permanece como um dos faraós mais famosos do Egito.

Isso graças aos incríveis tesouros encontrados em sua tumba, incluindo o sarcófago, a máscara funerária dourada e mais 5.000 em outros tipos de tesouros. A descoberta é também ligada a várias mortes inexplicadas entre aqueles associados a escavação, que muitos atribuem como uma maldição. Na verdade, Tutankamon fez muito durante o seu curto reinado para reparar os danos causados por seu pai Akhenaton, incluindo a restauração da antiga religião e levando a capital de volta para Memphis.


Dado curioso:
Um feijão encontrado na tumba do rei Tutankamon brotou depois de 3400 anos.

sábado, 5 de setembro de 2009

Faraó, o deus na Terra





















A palavra faraó, em egípcio significava a grande morada. Herdeiro dos deuses, o faraó era responsável pelo equilíbrio da natureza e o único que podia se aproximar das forças divinas. Sua imagem era vista em cenas religiosas das paredes dos templos. O faraó só participava das cerimônias dos templos do Egito.
Eram os sacerdotes em seu nome que celebravam as cerimônias de menor importância. Fora dos templos, o faraó, era um defensor do Egito, com a ajuda dos deuses mantinham a ordem universal diante de seu povo. Era responsável pela diplomacia com os adversários do país. A frente dos exércitos, o faraó se responsabilizava pela segurança do território egípcio e comandava toda e qualquer invasão.
Vivia ricamente no palácio construído em pedras e decorado com pinturas e incrustações. A parte privada do palácio era constituída de salas para a realeza, quartos para os príncipes e lá encontrava-se também o harém (espaço onde ficavam as mulheres a serviço do sultão). Havia um salão de audiências para reuniões oficiais.Uma janela permitia o faraó uma aparição ao público. Geralmente isso acontecia nas festas destinadas a recompensar as cortesãs (prostitutas elegantes) que mais se destacavam.