É um deus verdadeiro, que não tem igual (...) É um bravo que age com o seu braço Um homem de ações que não tem igual Quando o vemos lançar-se contra os bárbaros Ou quando inicia o combate. É alguém que submete, que penaliza as mãos Para que os inimigos não possam dispor-se a lutar (...)
É um audaz quando enfrenta os orientais A sua alegria é aprisionar os bárbaros Agarra no escudo e pisa Não repete o golpe, porque mata Não há ninguém que possa afastar a sua seta Ninguém que possa dobrar o seu arco Os bárbaros fogem à sua frente Como se estivessem diante do poder da grande deusa Não se cansa de combater, nada poupa, nada permanece. Poema egípcio em homenagem ao faraó Amenemhat I (Escrito durante o Médio Império – 2100 – 1580 a. C.)
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