O irriquieto no templo se assemelha a uma árvore crescendo em lugar fechado. O brotar de seus ramos não dura mais que um breve instante, e termina nas mãos do lenhador. É transportada por mar para longe de seu devido lugar, e a chama é sua mortalha. O verdadeiro silencioso, que se mantém de lado, se assemelha a uma árvore crescida em campo aberto. Ele floresce, dobra a sua produção e se ergue diante de seu mestre. Seus frutos são doces, sua sombra deliciosa. Ele vai até o fim dentro de seu próprio jardim.
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