segunda-feira, 21 de junho de 2010























Há sete dias que não vejo a minha bem-amada.
O desalento se abateu sobre mim.
Meu coração tornou-se pesado.
Esqueci até minha vida.
Quando os médicos vêm à minha casa,
Seus remédios não me satisfazem...
Ninguém descobre minha doença.
Mas se me dizem: "Olha! Ei-la",
Isso me restitui a vida.

Poema egípcio

domingo, 2 de maio de 2010

Poema egípcio



























Ó meu amado, como é doce ir ao lago,
banhar-me à tua vista, mostrar-te a minha beleza,
quando o meu vestido do mais fino linho, de um linho digno
de uma rainha,
se molha para se ajustar a cada curva do meu corpo.
Eu estou na água muito antes de ti
e regresso para junto de ti com um belo peixe vermelho
escondido na minha mão.
Vem e olha-me!


Poema egípcio

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Poema oriundo do Papiro Harris 500

























Se não estivesses comigo
a quem haverias de dar teu coração?
Se não pudesses abraçar-me...
Se não tentasses acariciar minhas coxas...
Estás indo porque te lembras de comida?
Por acaso és escravo do teu estômago?
Estás te levantando em busca de tuas roupas?
Mas eu tenho um lençol aqui!
Estás indo por fome ou por sede?
Toma o meu peito! Ele transborda por ti. É todo teu.
Doce é o dia do teu abraço.

sábado, 6 de fevereiro de 2010






















O falcão foi provavelmente a primeira criatura viva a ser adorada no Egito.
O vôo altaneiro do falcão, que parecia ser companheiro do sol, levou os criativos egípcios a crerem que o sol seria como um falcão que descrevendo um luminoso vôo diário pelos céus.
Como falcão, Hórus era um deus. Durante toda a sua história, os egípcios antigos acreditaram que os deuses se manifestavam em animais.
O deus Hórus era representado como um pássaro que, segundo se acreditava, se manifestava em um ou mais falcões individuais. Por outro lado, dizia-se que Hórus era um falcão cujos olhos eram o sol e a lua, e cujo hálito era o refrescante vento norte.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Aida - Marcha triunfal

Trágica história de amor entre um

capitão egípcio e uma princesa núbia, contada na famosa ópera

de 1871 de Giuseppe Verdi, "Aída"

Conta a história da princesa núbia Aída, que se finge de

escrava ao ser capturada pelo capitão egípcio Radamés.

Intrigado por sua bravura, Radamés livra Aída do trabalho

pesado nas minas de cobre e a leva de presente como escrava

para sua noiva, a princesa egípcia Amneris, dando início ao

triângulo amoroso.